Minha Caixinha do Correio #55

sábado, 29 de outubro de 2016



Oi gente,

Vamos para mais uma caixinha do correio \0/.





Cortesias



Recebi da editora Arqueiro, o livro "O Coração da Esfinge" de Collen Houck junto com botton. Em breve resenha. Obrigada Arqueiro!






Recebi da editora Arqueiro, o livro "Quando o Amor Bater à sua Porta" de Samanta Holtz junto com botton. Em breve resenha. Obrigada Arqueiro!





Recebi da editora Novo Conceito, o livro "Três Vezes Nós" de Laura Barnett. Em breve resenha. Obrigada Novo Conceito!





Recebi da editora Novo Conceito, o livro "As Letras do Amor" de Paula Ottoni. Em breve resenha. Obrigada Novo Conceito!





Recebi da autora Priscila Camargo, o livro "Viagens Fantásticas pela Bíblia" no qual ela tem um conto publicado. Em breve resenha. Obrigada amiga!





Recebi da autora Priscila Camargo, o livro "O Vale de Elah" de Carla Montebeler. Em breve resenha. Obrigada amiga!





Presente



Recebi da minha amiga Fernanda do blog Trocando o Disco, o livro" Azeitona" de Bruno Miranda junto com marcadores de páginas, kitkat (já comi rs) e uma cartinha linda. Obrigada amiga <3 <3.




Beijos



Resenha do livro: Arena 13 de Joseph Delaney

segunda-feira, 24 de outubro de 2016


         

               Título original: Arena 13
           Editora Bertrand Brasil
           Literatura Estrangeira/Ficção
           Número de páginas: 319


Sinopse: “Leif tem uma única ambição: tornar-se o melhor lutador da famosa Arena 13. Lá, os espectadores apostam em qual lutador vai derramar sangue primeiro. E, em ajustes de contas, apostam em qual lutador vai morrer. Mas a região é aterrorizada pelo Hob, um ser maligno que se deleita torturando a população e exibe o seu poder devastador desafiando combatentes da Arena 13 a lutas até a morte quando bem entende. E isso é exatamente o que Leif quer, pois ele conhece bem os crimes de Hob. E, no cerne da sua ambição, arde o desejo de vingança. Leif procura revanche contra o monstro que destruiu a sua família. Mesmo que isso lhe custe a vida.”

Arena 13 é o primeiro volume da trilogia de mesmo nome. Nesse livro, começamos a conhecer o universo e as personagens criadas pelo autor. O final não é o esperado com base na sinopse, mas nem poderia. Afinal, ainda teremos mais dois livros. Até que eles sejam publicados, vamos fazendo nossas apostas.

A história se passa na terra de Midgard, mais especificamente na cidade de Gindeen, a única cidade da região. A terra é assombrada pelo Hob, um djinni malévolo que caça humanos para sugar seu sangue e, às vezes, a alma. Para piorar, é capaz de ter vários ‘eus’, ou seja, é quase impossível matá-lo. O que movimenta a economia da região são as lutas que ocorrem nas arenas, numeradas de 1 a 13. A mais famosa e perigosa é esta última, pois é lá que ocorrem os duelos mais sangrentos e, ocasionalmente, os acertos de contas. 

É claro que os lutadores obedecem a certas regras. A intenção das lutas é cortar a carne humana e derramar sangue, nada de ferimentos graves e fatais. Isso só é permitido caso seja um acerto de contas ou um desafio feito pelo Hob. Nesses casos, os lutadores duelam até só restar apenas um vivo. 

As lutas na Arena 13, independente da categoria, ocorrem entre um Mag e um Min. Eles recebem esse nome devido à quantidade de simulacros (lacs) que possuem. Um Mag possui três (um Triglad), enquanto o Min possui apenas um lac. Esses lacs são criaturas humanoides, sem raciocínio ou consciência. Elas são treinadas pelos modeladores para obedecerem ao comando de seu lutador com base na linguagem Nym e por meio do Ulum, o qual consiste em um código individual transmitido por meio da batida dos pés do lutador.

Só homens podem lutar nas arenas. E, se esse é o seu desejo, precisam começar a treinar desde meninos. A escolha dos novatos se dá por meio de um sorteio. Alguém que tenha dinheiro compra o bilhete azul e dá para o menino. Se o bilhete for sorteado na loteria, ele terá o direito de receber o treinamento para lutar. Foi isso que aconteceu com Leif. 

“Então, não importa o que meu pai tenha sido na arena, porque depois daquela época ele mudou. O senhor fala sobre o meu pai como se ele fosse um herói, mas eu vi o outro lado dele. Era um covarde que deixou a minha mãe morrer.” (pág. 175)


O garoto nasceu em Mypocine, uma cidadezinha ao sul de Midgard. Sua mãe foi assassinada pelo Hob e seu pai se matou. O menino culpava seu pai pela morte da mãe, já que ele não tinha feito nada para impedir que aquilo acontecesse. Depois de órfão, foi morar em uma fazenda e trabalhava lá em troca de um teto e um prato de comida. Após três anos, venceu uma luta de bastão e, como prêmio, ganhou um bilhete azul, que acabou sendo sorteado. 

Como seu sonho sempre foi lutar na Arena 13, assim como seu pai, e enfrentar o Hob a fim de vingar-se da destruição de sua família, o menino vai para Gindeen à procura de Tyron, o melhor artífice (dono de equipes de lutadores) da região a fim de que ele o aceitasse na equipe e fizesse dele um discípulo. Fazer parte da equipe de Tyron foi o menor dos problemas que Leif teve de enfrentar, afinal, suas lutas estavam apenas começando...

A história é sangrenta, mas não é pesada. Depois que nos acostumamos com os termos criados pelo autor, a leitura flui bem. A narração está em primeira pessoa, na voz de Leif. As páginas são amarelas e a diagramação é simples, com capítulos não muito longos, o que contribui para a fluidez do texto. Uma das coisas mais legais do livro é o glossário presente no final, o qual explica diversos termos empregados na história. Além disso, a capa combina muito com a história e o fato do título estar em autorrelevo me agrada bastante.

Recomendo a leitura principalmente para aqueles que gostam de distopias e de histórias de gladiadores, pois a Arena 13 pode muito bem ser vista como uma releitura moderna das arenas de combate gregas.



                            Gabriele Sachinski

Autora parceira: G. J. Pinheiro

terça-feira, 18 de outubro de 2016
Oi gente,

É com muito prazer que apresento-lhes a nova parceira do blog: G.J. Pinheiro, autora da saga "As crônicas de Kennaya". Vamos conhecê-la!

OBS: Conheci a Gabi no ensino fundamental. Muito sucesso Gabi!!!!




A autora




Gabriela Pinheiro de Jesus

Nasceu em 1990, são Paulo. Desenhista desde pequena, começou a escrever a série “As Crônicas de Kennaya” aos 13 anos. Amante dos livros, principalmente de aventura, fantasia e históricos, entrou para o ramo de livreiros no qual trabalhou por alguns anos. Formada pela USP em Ciências da Natureza, hoje mora com seu esposo Felipe, seu filho Miguel Aquiles, seu gato Elvis e uma vira-lata chamada Banguela no estado de São Paulo.






As obras




Wendel sempre foi uma cidade bela e calma, mas a chegada de uma criança fez soprar um vento que seria capaz de mudar o mundo. Sahgua Khalil sempre foi risonha, alegre e acima de tudo, conhecida por sua tamanha beleza. Desde criança ela mora com os Branagh’s que a criaram com muito amor, mas ser apenas um deles parecia não ser o suficiente, sempre que algo estranho acontecia a pequena menina tinha visões estranhas. Os Branagh’s sempre foram muito próximos dos Williams, uma família que escondia muitos segredos, principalmente com a rainha de Lincitter, mesmo sendo muito apegada a Merlina Williams, Sahgua nunca se deu bem com Aquiles, filho mais velho deles e quando uma grande tragédia invade a família dos Williams, apenas a caçula Safira continua próxima com o passar dos anos. Com o passar dos anos coisas estranhas começam a acontecer, e tudo toma início com um grande reencontro que poderia ser capaz de alterar todo o futuro; Sath Aquiles Williams estava de volta, crescido, mudado e para a surpresa de Sahgua; Ele era herdeiro do grande reinado de Lincitter; Príncipe Aquiles. Mesmo com tudo, parecia que com sua volta, veio todos os problemas. Vários assassinatos começam a ocorrer em Wendel seguido de roubos estranhos de livros. Será que Sahgua poderia confiar no jovem Aquiles que estava completamente diferente? E o assassino, que agora queria Sahgua, seria uma criatura da floresta de Asban? Os inimigos poderiam estar mais próximos do que imaginariam e às vezes quem mais confiamos, seria de quem viria a maior traição... Entre neste universo de  “O Acaiah”  e viaje nesta fantasia que acaba de começar...




Às férias chegaram e quando Sahgua achou que finalmente fosse passar um tempo sem nenhum problema se enganou. Não era uma má idéia passar o verão na casa de sua amiga Larissa do outro lado do mundo, na verdade, parecia a resposta para fugir dos problemas, a não ser que misteriosamente Sahgua tentasse em plena tempestade se jogar do navio no meio do oceano aberto. Sua mente se invade de uma energia maligna, como se algo a controla-se, como se quisesse matá-la indiretamente. A única solução seria ir para Lincitter com o príncipe Aquiles, mas talvez tudo tivesse ficado ainda pior com sua ida. A única vantagem daquele reinado, foi que um estranho havia lhe dado um velho medalhão, que segundo este, era capaz de mostrar o passado. Será que desta vez Sahgua conseguiria saber sobre os Khalil’s com a ajuda do medalhão? Quem seria o ser que queria fazer a menina se suicidar controlando sua mente? E no que Sahgua estaria o atrapalhando? Os seres Edergos haviam descoberto a existência dela, e fariam tudo para conseguirem ter a ultima fonte de sangue Khalil do mundo para eles próprios. Mentiras, traições e revelações estão em jogo, e a única coisa que sabemos é que quando o ocaso, o pôr-do-sol, por mais belo que chega, é porque não tardará para a escuridão tomar tudo.





Uma nova jornada inicia-se, mas desta vez os sentimentos de todos estão expostos na mesa do jogo. Valores, princípios, deveres. Percebemos que algo é verdadeiramente importante para nossas vidas quando perdemos e as vezes a tristeza pode unir dois improváveis homens em uma amizade. Grijeha tem muitos mistérios, maldições, romances e uma teia na qual não será possível escapar até nossos heróis chegarem à aranha que esta tecendo-a de forma tão embaraçosa que só entrando nesta jornada para descobrir.




Contato





Resenha do livro: Não Fale com Estranhos de Harlan Coben

sexta-feira, 14 de outubro de 2016





                   Título original: The stranger
                   Editora Arqueiro
                   Literatura estrangeira/Policial/Suspense
                   Número de páginas: 304



Sinopse: O estranho aparece do nada e, com poucas palavras, destrói o mundo de Adam Price. Sua identidade é desconhecida. Suas motivações são obscuras. Mas suas revelações são dolorosamente incontestáveis. Adam levava uma “vida dos sonhos” ao lado da esposa, Corinne, e dos dois filhos. Quando o estranho o aborda para contar um segredo estarrecedor sobre sua esposa, ele percebe a fragilidade do sonho que construiu: teria sido tudo uma grande mentira? Assombrado pela dúvida, Adam decide confrontar Corinne, e a imagem de perfeição que criou em torno dela começa a ruir. Ao investigar a história por conta própria, acaba se envolvendo num universo sombrio repleto de mentiras, chantagens e assassinatos. Intrigante e perturbador, Não fale com estranhos é mais que um suspense de tirar o fôlego. É uma reflexão sobre o bem e o mal, o amor e o ódio, o certo e o errado, os segredos, as mentiras e suas consequências devastadoras.


Eu sou fã de carteirinha do Harlan Coben porque seus livros sempre me surpreendem e a trama me deixa vidrada até o fim da leitura. Os gêneros 'policial e suspense' me atraem profundamente e "Não fale com estranhos" se tornou um dos meus livros preferidos.

A história é sobre Adam Price, um homem comum e pai de 2 filhos que acreditava que sua família era perfeita até que, inesperadamente, um estranho entra na sua vida para lhe contar um segredo chocante de sua esposa Corinne. Adam não sabe o porquê da atitude do estranho, mas a partir desse dia, sua vida vira de ponta cabeça.

Adam confronta e pede explicações a Corinne sobre o seu segredo, mas ela não consegue dizer a verdade e desaparece, deixando apenas um sms ao marido que diz: "Acho que a gente precisa dar um tempo. Cuide das crianças. Não tente entrar em contato comigo. Está tudo bem. Só alguns dias, por favor".

Depois dessa atitude esquisita da esposa, Adam começa uma investigação por conta própria sobre Corinne e se deparará com uma rede de mentiras, mistério e crimes. A cada passo alcançado na investigação, Adam acredita que algo está muito errado no sumiço da esposa. Ele correrá perigo de vida em sua busca e a cada minuto perdido, fica mais distante da verdade.

"As palavras do desconhecido lhe voltaram à mente: - Você não precisava ter ficado com ela. Adam deitou a cabeça no travesseiro e se deixou embalar pelos sons quase inaudíveis de sua casa adormecida." pág 37

O problema é que Adam não sabe em quem pode confiar, por isso fica difícil descobrir quem está dizendo a verdade ou mentindo. No início, ele procurará pistas e repostas sozinho, porém depois terá ajuda, já que outros casos estranhos começam a acontecer e que podem ter relação com o sumiço de Corinne. 

Adam é um protagonista decidido, determinado e humano que fará de tudo para ter uma resposta e encontrar Corinne. Ele move mundo e fundos para isso e a cada passo que ele dá, nos sentimos conectados a ele. A relação dos casos citados no livro é sensacional e no final tudo se encaixa perfeitamente. 

A narrativa está em terceira pessoa e é fluída e muito envolvente. Os capítulos são curtos, aumentando a velocidade da leitura e nos fazendo virar as páginas avidamente. As páginas são amareladas e a diagramação é simples. A capa está bonita e misteriosa.

O Harlan criou uma trama de tirar o fôlego. Eu não consegui parar de ler até chegar na última página e fiquei chocada com o desfecho. Eu amo ser surpreendida em minhas leituras. O livro é maravilhoso e estou apaixonada por ele até agora rsrs. Recomendo de olhos fechados para todos que amam o Harlan e para quem gosta de suspense.






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