Resenha do livro: Minha Mãe é uma Peça de Paulo Gustavo

sábado, 18 de fevereiro de 2017

                  



                     Literatura nacional/humor
                     Editora objetiva
                     Número de páginas: 152


Sinopse: 'Minha mãe é uma peça', agora em livro e com histórias inéditas de Dona Hermínia. Essas crianças ainda matam Dona Hermínia de tanta preocupação. Após berrar com os filhos no teatro, no cinema e na TV, ela agora narra as desventuras com a família em livro. Marcelina, que está “imensa de gorda”, e Juliano, que em vez de trabalhar prefere decorar as coreografias daquela “cantora negona linda, a Cebion”, não são os únicos que escutam poucas e boas. Sobra bronca também para o ex-marido, Carlos Alberto, para a nova mulher dele, “a vaca da Soraia”, e para a empregada Valdeia, “que prefere ser chamada de secretária, mas ainda não chegou lá”.Em sua estreia na literatura, Dona Hermínia — ou melhor, Paulo Gustavo, seu criador — fala sobre sexo, dietas e religião, dá conselhos de como criar os filhos, explica a antipatia que tem por Freud e sua “mania de colocar tudo que é culpa na mãe”, mostra como navegar na internet e faz seu guia de viagens. E, ao contrário dos manuais que ensinam como segurar o marido, conta os segredos para não perder o ex. 


Quem nunca ouviu falar de Dona Hermínia, a mãe mais engraçada e famosa do Brasil. A personagem criada por Paulo Gustavo conquistou a todos com seu jeito intenso, caricato e uma língua afiada que toda mãe guarda dentro de si. O seu sucesso se deve ao fato de que as mães se identificam com as peripécias de Dona Hermínia e de que os filhos enxergam as suas próprias mães na personagem.

"Minha mãe é uma peça" já deu as caras no teatro, na tv, no cinema e em livro. Atualmente, estreiou o "Minha mãe é uma peça 2" nos cinemas brasileiros e já atingiu a impressionante marca de 9 milhões de espectadores. Inclusive, eu já assisti ao segundo filme que está sensacional, assim como o primeiro que já vi umas 3 vezes rsrs.

"A pessoa que corre tá apressando a morte, tá correndo pra chegar na cova mais cedo. Eu sou boba? Vou caminhando. Caminhando a gente chega na hora certa do enterro" pág 39

O livro escrito por Paulo Gustavo traz histórias inéditas da Dona Hermínia e nos possibilita passarmos mais um tempo com essa personagem divertidíssima. O grande destaque da narrativa é a forma como ela é escrita porque o jeito de falar e de ser de Dona Hermínia está tatuado no livro, ou seja, enquanto lemos, nós ouvimos a voz dela na nossa cabeça e é exatamente com ela é nas telinhas.

Todas as personagens do primeiro filme aparecem no livro como os filhos Marcelina e Juliano, o ex marido Carlos Alberto, a empregada Valdeia, a madrasta Soraia, entre outros. O livro é dividido em 16 capítulos que falam sobre criar os filhos, preconceito, peso, sexo, trabalho, viagens, bebidas, famosos, internet, ex marido, vizinhos, festas de fim de ano e religião.

Os capítulos são curtos e bem ágeis. A narrativa está em primeira pessoa por Dona Hermínia e são bem humorados e de fácil leitura. As novas histórias são interessantes e prendem a nossa atenção. As páginas são amareladas e a diagramação tem detalhes.

Indico para quem é fã da personagem e dos filmes porque foi ótimo adentrar novamente na vida de Dona Hermínio e de seus filhos. É uma leitura muito agradável. Recomendo!


Autora parceira: Diana Scarpine

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
 Oi gente,

É com muito prazer que apresento-lhes a nova parceira do blog: Diana Scarpine. Ela é autora dos livros "Uma Chance para Recomeçar" e "Entrelace: Caminhos que se Cruzam ao Acaso". Vamos conhecê-la!




A autora




Diana Scarpine é baiana da cidade de Jequié, possui graduação em Ciências Biológicas, mestrado na área de saúde e atualmente cursa doutorado, no qual tem se dedicado ao estudo da deficiência e da Tecnologia Assistiva. Apaixonada por literatura, escreve desde os treze anos de idade, transitando entre a prosa e a poesia. Além de “Uma Chance para Recomeçar”, é autora de “Entrelace: Caminhos que se Cruzam ao Acaso” (1ª edição: 2012/ 2ª edição a ser publicada em janeiro de 2017).





As obras




Carina é uma workaholic rica e bem-sucedida cuja vida se resume ao trabalho. Afogada em estresse, ela não se importa com a solidão que habita seu coração, pois o amor nunca foi uma de suas prioridades, até que algo inusitado acontece. Repentinamente, ela se vê privada do trabalho e, desesperadamente, desejando aplacar a solidão que a consome, principalmente quando conhece Aurélio, que a trata de uma forma diferente da qual ela está acostumada. Consumido pela tragédia que vitimou sua família e deixou-lhe sequelas físicas e emocionais, Aurélio não quer nada além de se afundar cada vez mais na dor e na culpa que sente. Suas certezas começam a ficar abaladas à medida que Carina se aproxima cada vez mais dele. Quantos obstáculos são necessários vencer para recomeçar? O amor é capaz de vencer as amarras do passado e o preconceito?



Carol é uma mulher insegura e preconceituosa, que tem um relacionamento virtual com Henri, um homem forte e independente, que enfrenta as adversidades que a vida lhe impõe. Aparentemente apaixonados, embora nunca tenham se visto pessoalmente, eles anseiam transpor o namoro virtual para o real, mas o tão sonhado primeiro encontro não acontece como planejaram e eles rompem o relacionamento. Por mais que tentem se manter afastados, os destinos de Henri e Carol foram  irremediavelmente entrelaçados e seus corações, unidos pelo amor, mas implacavelmente afastados pelo preconceito. O amor será capaz de vencer esse profundo e intenso embate contra o preconceito? Ou o preconceito será capaz de subjugar o amor presente no coração de uma mulher?




Contato




Resenha do livro: E Viveram Felizes para Sempre de Julia Quinn

sábado, 28 de janeiro de 2017





                  Título original: The Bridgertons: Happily Ever After
             Editora Arqueiro
             Literatura Estrangeira/Romance de Época
             Número de páginas: 255


Sinopse: “Alguns finais são apenas o começo... Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos... Mas não era uma família comum. Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza. Ao longo de oito romances que foram sucesso de vendas, os leitores riram, choraram e se apaixonaram. Só que eles queriam mais. Então começaram a questionar a autora: O que aconteceu depois? Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes? A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? Julia Quinn acha que não e, em E” Viveram Felizes para Sempre”, oferece oito epílogos extras, todos sensuais, engraçados e reconfortantes, e responde aos anseios dos leitores trazendo, ainda, um drama inesperado, um final feliz para um personagem muito merecedor e um delicioso conto no qual ficamos conhecendo melhor ninguém menos que a sábia e espirituosa matriarca Violet Bridgerton.”

Atenção! Essa resenha contém spoilers dos livros anteriores


Todos os leitores que, assim como eu, são apaixonados por romances de época deveriam ler (ou já leram) Os Bridgertons. Uma família cativante formada por oito irmãos e irmãs que nos renderam boas risadas e suspiros ao longo dos oito livros anteriores.

Desde o início, sabíamos que a série Os Bridgertons seria composta por oito volumes e em cada um deles conheceríamos a história de um dos irmãos, sem que fosse seguida uma ordem cronológica entre eles. Cada volume era independente e, portanto, não precisávamos seguir a ordem de publicação – apesar disso ser uma ótima ideia rs. O último capítulo de cada um dos livros da série era destinado ao epílogo, o qual dava uma amostrinha de como havia sido o “felizes para sempre” do casal em questão. Algumas vezes, isso significava um salto de 10 anos no futuro, outras, de apenas alguns meses.

As páginas finais de cada uma dessas histórias sempre me arrancaram suspiros e me deixavam com um gostinho de quero mais. E pelo jeito, não foi só em mim que essa família apaixonante despertou tais sentimentos. Muitos fãs escreveram para a amada Julia Quinn querendo saber o que aconteceu com os irmãos depois que a última página foi virada.

Depois de tantos apelos, a escritora resolveu nos presentear com este último volume, nos mostrando mais um breve vislumbre da vida dessa família maravilhosa. Reunindo oito segundos epílogos e um conto sobre a matriarca mais amada dos romances de época, “E Viveram Felizes para Sempre” é um desfecho perfeito para uma série perfeita.

 No primeiro conto, adentramos novamente na vida de Daphne e Simon, do livro “O Duque e Eu”. Agora, com 21 anos de casamento, 4 filhos crescidos e um amor de dar inveja, nosso casal terá uma bela surpresa que deixará suas vidas ainda mais completas. Além disso, teremos a chance de saber o conteúdo das cartas deixadas pelo pai de Simon.

No conto seguinte, o qual se liga ao volume “O Visconde que me Amava”, além de um encontro sensual e divertido entre Kate e Anthony, temos uma reprise do jogo de Pall Mall, com todos os jogadores oficiais da primeira partida, de 15 anos atrás. No terceiro capítulo, vinculado a “Um Perfeito Cavalheiro”, ficamos sabendo o destino de Posy, a meia-irmã boazinha de Sophie (que fora ‘adotada’ por Violet) e conhecemos uma faceta da personalidade de Sophie que nem mesmo Benedict conhecia: a de casamenteira.

O próximo conto traz mais um pouquinho de Penelope e Colin, de “Os Segredos de Colin Bridgerton”. Nesse epílogo, ficamos sabendo a reação de Eloise ao descobrir que sua melhor amiga era Lady Whistledown. Além disso, podemos conhecer detalhes sobre o casamento de Eloise e Philip que nos foram negados em “Para Sir Philip, com amor”.

“Por toda a sua vida, Violet Bridgerton sempre fora a mais sensível e maravilhosa das mães. Sempre parecia saber do que seus filhos precisavam, exatamente quando precisavam – fosse uma palavra gentil, uma leve cutucada ou até mesmo uma tremenda bronca. Mas ali, naquele momento, parecia perdida.” (pág. 145)

O quinto conto é justamente sobre esse volume e reencontramos a enteada de Eloise, Amanda Crane – agora não mais a menina levada, mas sim uma linda e responsável mulher – descobrindo a paixão. Esse conto é o único escrito em primeira pessoa e traz um diálogo emocionante entre Philip e Amanda.
O próximo casal é Francesca e Michael, de “O Conde Enfeitiçado”. O que é mais marcante nesse segundo epílogo é a relação entre Francesca e Violet e a forma como o casal encara a dificuldade em ter filhos.

Na minha visão, o sétimo conto é o mais divertido. A profecia de Violet feita à filha em “Um Beijo Inesquecível” se mostra verdadeira e agora Hyacinth ‘sofre’ ao ter uma filha idêntica a ela. Isabella é simplesmente apaixonante e, mesmo adulta, deixa seus pais de cabelos em pé. Nesse conto também saberemos que fim levou os diamantes da avó de Gareth.

O último segundo epílogo é de longe o mais dramático – assim como o livro ao qual se vincula, “À Caminho do Altar”. Realmente teve momentos em que achei que o final de Lucy e Gregory não seria tão tranquilo assim (se bem que com nove filhos vai ser difícil ter sossego rsrs).

E por fim, podemos conhecer o “Florescer de Violet”. Nesse último conto, Julia nos conta como Violet conhece Edmund, ainda crianças. Depois, fala sobre o amor verdadeiro entre os dois, o nascimento da família Bridgerton, a forma como Violet enfrenta a perda de seu amor e como foi para ela criar os filhos praticamente sozinha. Além disso, temas como a convivência com a enorme família e um possível novo amor também são abordados.

Eu adorei todos os contos, mas esse foi de longe o melhor e, na minha humilde opinião, a jornada de amor, alegrias, tristezas, luto e esperança de Violet merecia um volume inteiro. A matriarca adorável dessa imensa família foi aos poucos ganhando espaço nos corações dos leitores da série e todos nós queríamos saber mais sobre a história de amor que deu origem à família mais amada dos romances de época.

Alguns fãs foram além e pediram para que a Julia escrevesse um final feliz para Violet, entendendo que só é possível ter um final feliz se ela encontrasse um novo amor. Contudo, a autora nos permite ver que é possível sim ser feliz sem ser/estar casado. A felicidade está nas pequenas coisas: no sorriso de um filho, no choro de um novo neto que acaba de vir ao mundo, em um abraço silencioso e na lembrança carinhosa daquele ente amado que já partiu, mas que sempre estará vivo em nossos corações.

E quando eu pensar nessa personagem maravilhosa, vou sempre me lembrar das coisas que a fizeram genuinamente feliz: 8 filhos, 33 netos, 5 bisnetos e um amor verdadeiro que jamais seria esquecido.

O título do livro é mais que perfeito e a capa está linda, assim como a capa dos demais volumes da série. As páginas são amareladas e a diagramação é simples. Antes de cada conto, temos um recado da Julia Quinn nos contando um pouco sobre o que esperar daquela história. Eu achei isso muito bom porque também nos ajuda a lembrar de certos detalhes lidos nos volumes anteriores.

Se você também ama essa série, com certeza amará esse livro, assim como eu. E, se por acaso, você ainda não conhece essa família inacreditável, está esperando o quê? Vem se apaixonar também!
Mais que favoritado! <3


Gabriele Sachinski

Minha Caixinha do Correio #57

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Oi gente,

Essa é mais uma caixinha do correio. Vamos lá!




Cortesias



Recebi da editora Arqueiro, o livo "E viveram felizes para sempre" de Julia Quinn junto com um potinho personalizado com mini suspiros. Amei <3. Obrigada Arqueiro!






Recebi da editora Arqueiro, o livo "Depois daquela montanha" de Charles Martin. Obrigada Arqueiro!





Recebi da editora Arqueiro, o livo "O primeiro dia do resto da nossa vida" de Kate Eberlen. Obrigada Arqueiro!





Recebi da editora Arqueiro, o livo "Escândalos de cetim" de Loretta Chase. Obrigada Arqueiro!






Sorteio


Recebi da editora Darkside, o livo "Ultra carnem" de Cesar Bravo que ganhei no sorteio no instagram deles.





Presentes



Ganhei de presente do meu primo Guilherme, o livro "Sobre a escrita" de Stephen King. Obrigada Gui <3.




Recebi da editora Arqueiro, o calendário 2017 com cartão de natal e marcadores de páginas. Amei <3.




Beijos


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